Uma tarde de sábado com a Dra. Clara Aragão para tirar a sua produção científica do papel.
Você recebe o workbook e o certificado de participação.
Tem gente que chega no quinto período sem nunca ter ouvido falar que a residência avalia currículo. Descobre por acaso, num vídeo, numa conversa de corredor, e sente o chão sumir.
Outra parte já sabia, mas nunca soube o que fazer com a informação. O que entra nesse currículo. Quanto vale cada coisa. Onde investir o tempo que você não tem.
Aí você entra na liga porque todo mundo entra. Faz a monitoria que apareceu. Acumula certificado. E continua sem saber se aquilo pontua de verdade ou se você está correndo para o lado.
Ninguém na sua faculdade vai te dizer que a produção científica está entre os itens de maior peso nos editais. E é justamente a que ninguém te ensina a fazer.
dos estudantes de medicina nunca receberam nenhuma orientação da faculdade sobre o que realmente pontua no currículo para residência. Pesquisa com mais de seis mil estudantes.
Você não está atrasado. Você está sem mapa.
O Simpósio não é aula teórica com dicas para você aplicar depois. Você vai escrever ao vivo, com a Clara conduzindo, dentro do workbook que recebe antes.
Você escolhe o tema. A Clara corrige temas da sala em tempo real, para você ver na prática o que faz um tema ser aceito e o que faz ele ser recusado. Depois, com o tema já validado, todo mundo escreve.
Ao final da tarde de sábado, você sai com o texto pronto.
A técnica para encontrar um tema que os congressos aceitam, e não um que vai ser recusado na primeira avaliação.
Onde ele entra na conta, quanto ele vale, e por que ele move a sua posição na classificação.
Você fez a atividade, guardou o comprovante, e mesmo assim não pontuou. Isso tem motivo e tem conserto.
Escolhas que parecem certas no primeiro período e cobram caro no sexto.
Do começo ao ponto final, com o checklist da publicação perfeita para você usar em toda produção que vier depois.
A maior parte das pessoas que se inscrevem nunca escreveu uma linha de produção científica. É para elas que essa tarde foi desenhada. Veja se você se reconhece em alguma dessas situações.
É o contrário. Quem começa agora tem tempo de sobra. Quem começa no internato corre atrás.
Você vai sair sabendo onde está gastando tempo à toa e onde está deixando ponto na mesa.
Não é falta de capacidade. É falta de método. Ninguém te ensinou a estrutura, então você trava.
O método da Clara foi feito exatamente para quem não tem essa estrutura.
O currículo continua contando, e ainda dá tempo de construir o seu.
Ainda dá. Mas não dá para adiar mais.
Alunos da Mentoria PPA que aprenderam o método e levaram o trabalho até o congresso. Depois, até a classificação.
Foi aprovada em quatro editais de residência, incluindo o segundo lugar no hospital que escolheu. Não por sorte, e não só por prova: pelo currículo que construiu com método.
Sócia-fundadora do Imedf e criadora da Mentoria PPA, já impactou milhares de estudantes no Brasil e no exterior.
Atuou como revisora da Brazilian Medical Students e integrou grupos de pesquisa em neurociências, sono, sonho e memória no Instituto do Cérebro, além de cirurgia experimental na Liga Contra o Câncer.
Desde 2019, orienta estudantes na construção de projetos, núcleos científicos e estratégias acadêmicas que fortalecem o currículo com resultado real.
Uma tarde para tirar a sua produção científica do papel.
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